Processo contra iPad superaquecido sofre de falta de provas
Um juiz federal recusou um processo que acusava o iPad de superaquecer quando usado fora de casa em clima quente ou na luz solar direta.
Segundo o Computerworld, na quinta-feira passada (10 de fevereiro), o juiz Jeremy Fogel recusou o processo iniciado em julho de 2010, que acusava a Apple de fraude, propaganda enganosa, violação das leis dos consumidores da Califórnia e práticas injustas de comércio ao produzir e comercializar tablets com defeitos.
O processo foi iniciado por Jacob Balthazar, Claudia Keller e John Browning, que alegaram que o iPad é defeituoso e criticam a estratégia de marketing da Apple em dizer que “ler em um iPad é como ler um livro”. O trio diz que livros não fecham inesperadamente no calor ou na luz solar direta.
Porém, o juiz considerou os motivos inadequados. “A Corte conclui que as alegações são insuficientes. Os autores do processo precisam, pelo menos, identificar o comercial ou anúncio no qual eles se basearam [para realizar a compra] e descrever com detalhes o conteúdo da propaganda”, disse Fogel.
Balthazar, Keller e Browning têm 30 dias para enviar todos os detalhes pedidos.


